Sobre a ansiedade.

Nota: Esse texto pode conter traços de minha personalidade mais obscura, pode te parecer doloroso e insuportável pensar como eu penso, ou pelo menos tentar. Lembro que estes são delírios de minha mente em momentos comuns noturnos, que hoje acontecem raramente, as soluções ainda não descobri e, se descobrir, dedicarei um novo texto aos chamados e autodenominados: ansiosos.

Quando não há saída.

Eu vejo as consequências, e quero, e desejo enfrenta-las. Somos os sonhos que não vivemos, as loucuras que não fizemos e as risadas que não demos. Somos os demônios e os anjos dentro de cada um. Somos a ilusão dos domingos e a diversão com os amigos. Somos os dois lados. Cada um do seu jeito, no mesmo beco sem saída.